As OLIMPÍADAS mal acabaram e já estamos com saudades. Por sorte teremos o gostinho de …. 06/09/2016

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imagem: Primeira edição dos Jogos Paraolímpicos em Roma (1960). http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/paraolimpiadas/historia

... 11 dias de festa a partir da cerimônia de abertura da 12a Paralimpíadas na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. A mudança do nome “Paraolimpíadas” para “Paralimpíadas” foi feita para igualar a grafia utilizada pelos outros sete países participantes que têm o Português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Todos esses já usavam a forma atual.

Os primeiros Jogos Paralímpicos oficiais foram realizados em Roma, na Itália, em 1960, com 400 atletas inscritos vindos de 23 países. Desde então, são promovidos a cada quatro anos, assim como os Jogos Paralímpicos de Inverno, que tiveram sua primeira edição em 1976, com sede em Örnsköldsvik, na Suécia. Todavia foi apenas após a Olimpíada de Seul (Coreia do Sul, 1988) e da Olimpíada de Inverno em Albertville (França, 1992), que os Jogos Paralímpicos passaram a ser disputados nas mesmas cidades e locais de competição dos Jogos Olímpicos, como serão agora no Rio de Janeiro. Lá veremos mais de 4000 atletas de mais de 170 países, competindo em 23 modalidades diferentes. O Brasil terá a maior quantidade de representantes desde que passou a integrar os jogos: quase 290 atletas, com equipes participantes em todas as modalidades.

Nas Olimpíadas mulheres e homens atletas, sem nenhum tipo de deficiência física grave, de todos os cantos do planeta, mostraram que a união, a lealdade, o respeito e o desejo de superação são valores imprescindíveis para a prática esportiva. Quem acompanhou as provas pôde ver que empenho, esforço, perseverança, disciplina, autodomínio eram evidentes em muitos momentos. A competição, em si, é apenas um pedaço dessa história que revela vencedores e vencidos. As provas não ocorrem sem cooperação. A confraternização, antes e depois de cada medalha conquistada ou perdida, é a melhor parte. 

Esses mesmos valores, essas mesmas qualidades e atitudes serão visíveis nas próximas Paralimpíadas. Mulheres e homens atletas paralímpicos, com as mais variadas dificuldades e necessidades especiais, tornarão evidente que, associados àqueles valores e qualidades, a coragem e a determinação serão indispensáveis para chegar onde estarão. Independentemente de ganhar ou perder, são heroínas e heróis.

Nosso desejo é que o “clima” olímpico e paralímpico contamine as creches. Garra, dedicação, autocontrole, respeito, espírito de equipe, união, lealdade, disciplina, perseverança, já fazem parte do perfil de quem trabalha com bebês e crianças pequenas em creches. Apenas às vezes ficam meio esquecidos, abafados pelo corre-corre rotineiro. Mas sabemos que não podemos esquecer de praticar, como os atletas, todos os dias. Vamos relembrar e surpreender? Se as Olimpíadas 2016 surpreenderam, superando expectativas de brasileiros e estrangeiros, o que diremos das 12a Paralimpíadas?

Inspire-se conosco:

site da Empresa Brasileira de Comunicações, órgão que congrega a rede nacional pública federal http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2012/08/voce-sabe-por-que-o-nome-paraolimpiadas-mudou-para-paralimpiadas

site das Paralimpíadas Rio 2016 https://www.rio2016.com/pt

site do Comitê Olímpico Brasileiro https://www.cob.org.br

site do Comitê Paralímpico Brasileiro http://www.cpb.org.br

site do governo brasileiro para a Rio 2016 http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/paraolimpiadas/historia

site do Ministério dos Esporte http://www.esporte.gov.br

site do Movimento Paralímpico Internacional https://www.paralympic.org/home

E não deixe de assistir:

https://www.youtube.com/watch?v=xbGak80EA2w

 

 

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